Playboy x pelos pubianos

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Muitos de vocês, caros leitores, podem achar que este tema não é legal, é machista, etc., mas eu vou escrever sobre ele assim mesmo.

Li, estupefato, que, a partir de março de 2016, a revista Playboy dos Estados Unidos não mais publicará fotos de mulheres nuas. Fotos em poses sensuais, sim. Nudez, nunca mais! Seu presidente disse que irá continuar com as reportagens investigativas (?), entrevistas com profundidade (sic) e ficção. Ora, eu usava essas coisas como desculpa para comprar a revista, quando, na verdade, eu queria mesmo era ver mulher pelada. Acho que tantos homens falaram isto para suas esposas e companheiras que até o presidente da revista acreditou…

O executivo alega que, hoje em dia, há fotos e vídeos de mulheres nuas e de sexo aos montes a um clique de distância e que fotos de mulheres nuas nas páginas de sua revista não fazem mais sentido. Ele tem razão em parte. Mas, ora, onde iremos poder ver fotos de mulheres famosas nuas? Nunca mais uma Bo Derek, uma Farrah Fawcett ou uma Marilyn Monroe, que, aliás, foi a primeira capa da Playboy?

Tenho uma teoria. Acho que o fim dessa revista está próximo. O começo de seu fim aconteceu quando as mulheres passaram a ser fotografadas sem pelos pubianos. Mulheres assim fotografadas parecem de plástico. Sem esses pelinhos as fotos ficam estranhas. Na maioria das vezes a parte genital parece infantilizada. Apenas pele é mostrada. Sem sex appeal.

Outro dia, folheei uma edição nacional, em cujas páginas centrais estava uma linda bailarina negra do programa do Faustão. Fotos lindas. Mulher linda. Poses sensuais, mas… sem pelo nenhum. Só a cabeleira tipo Black Power. Nada mais. Havia uma foto dela em pé, de frente, numa mata… sem mata nenhuma. Nem parecia que estava completamente nua. Decepcionante.

Que falta eu sinto do tempo das fotos de Vera Fischer, Luma de Oliveira, Lídia Brondi, Carla Camuratti e……..Claudia Ohana. Ah, a Cláudia Ohana… O apogeu dos pelos pubianos. Demais até para mim.

Expurgando as fotos de mulheres nuas, a Playboy virará uma revista normal, com conteúdo diversificado, mas sem alma. A alma da revista eram as Playmates (com pelos, claro).

Será que ainda acontecerão as famosas festas na mansão de Mr. Hefner? Se ocorrerem e forem reportadas nas páginas da revista, acho que as mulheres estarão, no máximo, de topless. Pouca gente comparecerá, certamente. Mesmo assim eu iria, se fosse convidado… hehehe

Pesquisando na internet achei várias referências sobre a importância desses pelos, que estão estrategicamente posicionados para, no caso da mulher, protegê-las de bactérias e de outros males rastejantes, facilitar o sexo, ajudar na produção de odores ligados a Ferormônios e deixá-las mais femininas e atraentes (essas duas últimas funções são opiniões do autor).

Homem que é homem gosta de mulher com pentelho. Pronto. Disse.

Homem que gosta de mulher totalmente depilada deve ter problemas. Mulher tem de ter aparência e cheiro de mulher. Mulher depilada parece uma menina e não tem cheiro de nada. Fico imaginando o sofrimento das mulheres para se depilarem nessas partes tão sensíveis para satisfazer uma estética esquisita. Deve doer demais!

Faço um apelo (sem trocadilho): Abaixo as fotos com mulheres totalmente depiladas! Lutemos por um mundo com mais pentelhos (os pelos pubianos e não os caras chatos)!

Que a Playboy, essa revista que tanto me inspirou em momentos solitários, não desista dessas fotos. Caso contrário, no futuro, poderá ser publicada uma reportagem com o título: Falta de pelos pubianos levam famosa revista masculina à falência.

Quem poderia imaginar uma coisa dessas?

PS- Aconteceu! Tomei conhecimento pela mídia que a Playboy brasileira vai deixar de ser publicada. The end. Finito. Tão vendo? A falta de pentelhos faliu a Playboy, Tenho certeza disto

 

Grumpy mate de novo no trânsito.

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Caras pessoas,

Imaginem uma rua bem asfaltada, calçadas bem cuidadas, com piso regular, sem buracos e sem bancas de revista que, normalmente, ocupam quase todo o espaço (obrigando os pedestres a se aventurarem na rua, correndo risco de serem atropelados). Nessa rua, as árvores são bem podadas, os postes bem localizados e lixeiros a cada esquina. Essa utópica rua tem tampas de esgoto na altura certa e os bueiros são limpos e desimpedidos.

A nossa realidade, como vocês sabem, é bem diferente. Muito reclamo da intervenção dos governos na nossa vida cotidiana. Entretanto, tenho da admitir que em certos casos essa intervenção é muito necessária. Já explico o porquê.

Acredito que falte um assunto essencial a ser ensinado nas autoescolas: dirigir dentro das faixas pintadas nas ruas!

Como, aparentemente, esse tema não é tratado nessas aulas, um grande número de motoristas se posiciona no tráfego como lhe convém ou como o seu “bom senso” dita. Alguns deles acham que aquela peça pretinha, presa bem no meio do capô do carro, de onde esguicha água para limpar o para-brisa, é o alinhamento a ser seguido. Assim, os que optam por esse modo de posicionamento, conduzem seus veículos bem no meio da rua.

Há motoristas que miram bem certinho para colocar as rodas, de um lado ou de outro de seu carro, bem em cima da linha, o que quase não deixa espaço para ultrapassagem.

Outros, que certamente adoravam brincar de pular corda na infância, cruzam as linhas de um lado para outro, num perigoso zigue-zague.

A intervenção das autoridades (que nem sempre são) competentes é a de pintar e repintar as faixas no piso das ruas! Muitas ruas as têm bem fraquinhas, outras nem as têm.

Quando não há linhas pintadas nas ruas, os motoristas cruzam de um lado para o outro a seu bel prazer e param enviesados nos sinais, muitas vezes bem no lugar onde deveria estar a faixa de pedestres. O trânsito que já é ruim transforma-se em caos. Terra de ninguém.

Para piorar, como os pedestres não têm calçadas adequadas e desobstruídas, andam pelas ruas desviando de buracos, bancas de revista, postes, árvores, cocôs de cachorro e de gente, poças d’água, montes de areia, cavaletes de obras e etc. Como muitas vezes não existem as faixas de pedestres, eles atravessam a rua em qualquer lugar. Pior, atravessam diagonalmente, deixando-os por mais tempo dividindo a rua com carros, ônibus, motociclistas e ciclistas. Devem ter faltado às aulas de geometria.

O risco para os pedestres é aumentado na proporção da quantidade de motoristas que ficam lendo mensagens em seus celulares enquanto dirigem.

Para concluir, conclamo:

Autoridades: Pintem e repintem as linhas nas ruas e as faixas de pedestres;

Autoridades: Recuperem as calçadas, retirem e não permitam obstruções no caminho dos pedestres;

Autoridades: Sincronizem os sinais de trânsito;

Autoridades: Obriguem as autoescolas a ensinar os motoristas a conduzir seus veículos entre as linhas e a sinalizar usando as setas quando forem mudar de faixa;

Motoristas: Conduzam seus veículos bem no centro da faixa em que se encontra. Lembrem-se, posicionem-se com uma linha (ou o meio fio) à esquerda e uma linha (ou o outro meio fio) à direita. Bem simples;

Motoristas: Usem as setas de indicação de direção;

Motoristas: Caso tenham de entrar em uma rua à esquerda e vocês estiverem do outro lado da via, comecem a mudar de lado bem antes. Não deixem para mudar de faixas em cima da rua que querem entrar. O mesmo funciona para ruas à direita, só que invertido, ok?;

Pedestres: Cruzem a rua na sua faixa;

Pedestres: Cruzem a rua em uma linha imaginária perpendicular à rua e não diagonal;

Pedestres: Nunca atravessem a rua por entre os carros parados ou em movimento;

Bem, se a intervenção das autoridades (não vou mais chamá-las de competentes) for efetiva, mostrando o caminho a ser seguido pelos motoristas e as calçadas estiverem pavimentadas, limpas e desobstruídas, talvez consigamos motoristas e pedestres mais atentos e, com isso, melhorar a fluidez e a segurança do trânsito de nossas cidades.

Estou muito cansado disso tudo. Esse nosso trânsito me deixa ainda mais Grumpy!

Grumpy Mate no trânsito de novo.

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Caras pessoas,

Imaginem uma rua bem asfaltada, calçadas bem cuidadas, com piso regular, sem buracos e sem bancas de revista que, normalmente, ocupam quase todo o espaço (obrigando os pedestres a se aventurarem na rua, correndo risco de serem atropelados). Nessa rua, as árvores são bem podadas, os postes bem localizados e lixeiros a cada esquina. Essa utópica rua tem tampas de esgoto na altura certa e os bueiros são limpos e desimpedidos.

A nossa realidade, como vocês sabem, é bem diferente. Muito reclamo da intervenção dos governos na nossa vida cotidiana. Entretanto, tenho da admitir que em certos casos essa intervenção é muito necessária. Já explico o porquê.

Acredito que falte um assunto essencial a ser ensinado nas autoescolas: dirigir dentro das faixas pintadas nas ruas!

Como, aparentemente, esse tema não é tratado nessas aulas, um grande número de motoristas se posiciona no tráfego como lhe convém ou como o seu “bom senso” dita. Alguns deles acham que aquela peça pretinha, presa bem no meio do capô do carro, de onde esguicha água para limpar o para-brisa, é o alinhamento a ser seguido. Assim, os que optam por esse modo de posicionamento, conduzem seus veículos bem no meio da rua.

Há motoristas que miram bem certinho para colocar as rodas, de um lado ou de outro de seu carro, bem em cima da linha, o que quase não deixa espaço para ultrapassagem.

Outros, que certamente adoravam brincar de pular corda na infância, cruzam as linhas de um lado para outro, num perigoso zigue-zague.

A intervenção das autoridades (que nem sempre são) competentes é a de pintar e repintar as faixas no piso das ruas! Muitas ruas as têm bem fraquinhas, outras nem as têm.

Quando não há linhas pintadas nas ruas, os motoristas cruzam de um lado para o outro a seu bel prazer e param enviesados nos sinais, muitas vezes bem no lugar onde deveria estar a faixa de pedestres. O trânsito que já é ruim transforma-se em caos. Terra de ninguém.

Para piorar, como os pedestres não têm calçadas adequadas e desobstruídas, andam pelas ruas desviando de buracos, bancas de revista, postes, árvores, cocôs de cachorro e de gente, poças d’água, montes de areia, cavaletes de obras e etc. Como muitas vezes não existem as faixas de pedestres, eles atravessam a rua em qualquer lugar. Pior, atravessam diagonalmente, deixando-os por mais tempo dividindo a rua com carros, ônibus, motociclistas e ciclistas. Devem ter faltado às aulas de geometria.

Além disso, o risco para os pedestres é aumentado na proporção da quantidade de motoristas que ficam lendo mensagens em seus celulares enquanto dirigem.

Para concluir, conclamo:

Autoridades: Pintem e repintem as linhas nas ruas e as faixas de pedestres;

Autoridades: Recuperem as calçadas, retirem e não permitam obstruções no caminho dos pedestres;

Autoridades: Sincronizem os sinais de trânsito;

Autoridades: Obriguem as autoescolas a ensinar os motoristas a conduzir seus veículos entre as linhas e a sinalizar usando as setas quando forem mudar de faixa;

Motoristas: Conduzam seus veículos bem no centro da faixa em que se encontra. Lembrem-se, posicionem-se com uma linha (ou o meio fio) à esquerda e uma linha (ou o outro meio fio) à direita. Bem simples;

Motoristas: Usem as setas de indicação de direção;

Motoristas: Caso tenham de entrar em uma rua à esquerda e vocês estiverem do outro lado da via, comecem a mudar de lado bem antes. Não deixem para mudar de faixas em cima da rua que querem entrar. O mesmo funciona para ruas à direita, só que invertido, ok?;

Pedestres: Cruzem a rua na sua faixa;

Pedestres: Cruzem a rua em uma linha imaginária perpendicular à rua e não diagonal;

Pedestres: Nunca atravessem a rua por entre os carros parados ou em movimento;

Bem, se a intervenção das autoridades (não vou mais chamá-las de competentes) for efetiva, mostrando o caminho a ser seguido pelos motoristas e as calçadas estiverem pavimentadas, limpas e desobstruídas, talvez consigamos motoristas e pedestres mais atentos e, com isso, melhorar a fluidez e a segurança do trânsito de nossas cidades.

Estou muito cansado disso tudo. Esse nosso trânsito me deixa ainda mais Grumpy!